7 de dezembro de 2011

Projeto cria tributo sobre embalagens e um fundo nacional para a reciclagem

Brasília (DF) - A Câmara analisa o Projeto de Lei 1929/11, do deputado Adrian (PMDB-RJ), que cria a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico sobre Embalagens e o Fundo Nacional para a Reciclagem. A contribuição seria cobrada sobre embalagens de vidro, plástico, aço e cartonadas mistas (longa vida), usadas para acondicionar bebidas de qualquer natureza, alimentos, materiais de limpeza, cosméticos e produtos de higiene pessoal. 
Pela proposta, o valor do tributo varia de dois a dez centavos de real, e será recolhido ao Tesouro Nacional, de acordo com normas e prazos a serem regulamentados. A receita advinda do tributo será vinculada ao Fundo Nacional para a Coleta Seletiva e a Reciclagem. Ficariam isentos da tributação os produtos para os quais esteja implantado, em todo o território nacional, o sistema de logística reversa, ou seja, embalagens reutilizadas pelo consumidor.
Segundo o autor, o fundo tem por objetivo promover a coleta seletiva e a reciclagem ambientalmente adequadas dos resíduos sólidos coletados.
“A legislação atual determina que cabe aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mas para produtos como agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus e óleos lubrificantes. A lei atual remeteu a regulamentação ou a acordos setoriais o que diz respeito a outros produtos”, disse o deputado Adrian.
A Lei 12.305/2010 estabeleceu prazos para que os municípios apresentem planos de logística reversa, eliminar os lixões e dar destinação adequada aos rejeitos. “Mais da metade dos municípios do País têm menos de 50 mil habitantes e não possui receita de infraestrutura para cumprir a lei. É necessário que os grandes geradores de resíduos, ou seja, os fabricantes e produtores, contribuam com a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos”, ressaltou.
Tramitação
A proposta, que tem tramitação conclusiva, será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Constituição e Justiça e de Cidadania; e de Finanças e Tributação, inclusive no mérito.

6 de dezembro de 2011

Adrian comemora sucesso do programa Minha Casa Minha Vida


Brasília (DF) – O deputado federal Adrian (PMDB-RJ) comemorou, nesta terça-feira (6), os bons resultados gerados pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.
Citando dados apresentados pela presidenta da República, Dilma Rousseff, em seu programa Café com a Presidenta, hoje de manhã, Adrian declarou que somente em 2011 o Minha Casa, Minha Vida possibilitou a construção de 354 mil moradias em todo o país, além de terem sido concluídas as obras de mais de 400 mil casas e apartamentos.
De acordo com o deputado, o sucesso do programa Minha Casa, Minha Vida confirma o compromisso do governo federal em assegurar às suas famílias brasileiras e tão sonhada casa própria.
“São mais de 5 milhões de brasileiros que não têm ainda sua casa, daí o acerto de fazer o programa Minha Casa, Minha Vida”, disse.

2 de dezembro de 2011

Obras no Trevo Macaé/Glicério: É um sonho de muitos anos, diz Adrian

Rio de Janeiro (RJ) – Em entrevista na manhã desta sexta-feira (2), na rádio 101,5 FM Macaé, o deputado Adrian (PMDB-RJ) comemorou o inicio das obras no Trevo Macaé/Glicério, na BR 101, conhecido como Trevo da Morte.
Veja e ouça uma parte da entrevista

Adrian comemora aprovação em primeiro turno da PEC que exige diploma de jornalista

Brasília (DF) – O deputado federal Adrian (PMDB-RJ) comemorou, nesta sexta-feira (2), a aprovação em primeiro turno da PEC 33/2009 que exige diploma à jornalista.
A exigência do diploma de curso de nível superior em jornalismo para exercício da função de jornalista foi aprovado pelo plenário do Senado Federal em sessão na última quarta-feira (30/11). A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada com 65 votos sim e 7 votos não. Ainda será preciso aprovar o projeto em segundo turno. A matéria segue na ordem do dia do Plenário do Senado até que um novo acordo entre lideranças partidárias permita sua votação.
Para Adrian, o exercício da profissão de jornalista necessita de diploma. “A profissão de jornalista precisa de uma formação acadêmica sim. O projeto assegura a dignidade profissional dos jornalistas. Quero lembrar que essa medida não atrapalha em nada a liberdade de expressão ou pensamento de quem quer que seja”, afirmou.
Na Câmara, tramita matéria a PEC 386/2009 de mesmo teor, apresentada pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS).